Bitcoin e a projeção de US$ 120 mil: impacto da decisão judicial nos EUA
O mercado de criptomoedas está em intensa movimentação, e tudo indica que o Bitcoin deve subir para US$ 120 mil nos próximos meses. A projeção se fortaleceu após uma decisão crucial do Tribunal de Comércio Internacional dos Estados Unidos, que bloqueou grande parte das tarifas comerciais impostas pelo ex-presidente Donald Trump.
De acordo com Pav Hundal, analista-chefe da Swyftx, essa decisão não apenas desmonta uma das principais estratégias econômicas de Trump, como também injeta novo ânimo no mercado cripto. "O fechamento desse ciclo com o tribunal foi épico. Isso vai intensificar o impulso por trás do Bitcoin", afirmou Hundal ao portal Cointelegraph.
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A ação judicial impacta diretamente os movimentos macroeconômicos e, consequentemente, influencia ativos de risco como o BTC. Isso ocorre porque medidas protecionistas, como tarifas comerciais elevadas, tendem a aumentar incertezas no mercado, afetando liquidez e reduzindo apetite por risco. O bloqueio das tarifas muda esse cenário.
Bitcoin mira US$ 120 mil após tribunal frear tarifas
O Bitcoin deve subir para US$ 120 mil em um movimento que se mostra cada vez mais alinhado às condições macroeconômicas favoráveis, tanto nos Estados Unidos quanto em mercados internacionais.
A decisão do tribunal, tomada no dia 28 de maio, limitou os poderes de Donald Trump ao impedir que ele aplicasse unilateralmente tarifas comerciais consideradas abusivas. A corte alegou que o ex-presidente excedeu sua autoridade constitucional.
Essa medida foi interpretada por analistas como uma abertura para uma nova onda de liquidez no mercado. Pav Hundal é categórico ao afirmar que:
Novas máximas históricas são iminentes. O impulso do Bitcoin neste momento é amplamente irreversível."
Atualmente, o BTC está cotado em aproximadamente US$ 107.750, levemente abaixo da máxima histórica de US$ 111.970, alcançada no dia 22 de maio de 2025.
Como as tarifas de Trump afetaram o Bitcoin?
As tarifas comerciais aplicadas por Trump no início do ano foram vistas como um dos grandes responsáveis pela pressão no preço do Bitcoin. Ao criar atritos com países como China, Canadá e México, o mercado respondeu de forma defensiva.
Entre fevereiro e maio, o BTC chegou a ser negociado abaixo dos US$ 100.000, refletindo um cenário de incerteza e aversão a risco.
No entanto, com o bloqueio dessas tarifas pelo Tribunal de Comércio Internacional, o sentimento dos investidores mudou drasticamente. A perspectiva agora é de retomada do crescimento no mercado cripto.
O papel dos ETFs de Bitcoin na corrida pelos US$ 120 mil
A decisão judicial coincidiu com um aumento significativo nas entradas de capital nos ETFs de Bitcoin à vista dos EUA. Na semana encerrada em 23 de maio, os ETFs registraram um total de US$ 2,75 bilhões em entradas, segundo dados do mercado.
Isso demonstra uma forte migração de investidores institucionais e varejistas para ativos digitais, especialmente o BTC. Hundal reforça que:
"A decisão judicial acelerou a rotação para ativos de risco, tanto nos EUA quanto na Ásia."
Projeções: de US$ 120 mil a US$ 200 mil
Geoff Kendrick, chefe global de ativos digitais do Standard Chartered, compartilhou uma previsão otimista. Segundo ele, o Bitcoin deve atingir a marca de US$ 120 mil no primeiro semestre de 2025, com possibilidade de alcançar impressionantes US$ 200 mil até o fim do ano.
O crescimento das stablecoins e a adoção crescente de criptomoedas por grandes instituições financeiras são dois dos principais catalisadores desse movimento.

A guerra comercial não derruba o BTC, só adia a alta
Apesar da pressão inicial causada pelas tarifas, especialistas como Arthur Hayes, cofundador da BitMEX, afirmam que o movimento de alta do Bitcoin apenas foi adiado, e não cancelado. Ele comentou de forma direta:
"Compre tudo na rodada dois."
Essa visão é compartilhada por vários analistas que acreditam que o bloqueio das tarifas abre caminho para uma retomada acelerada do mercado cripto.
Por que o Bitcoin deve subir para US$ 120 mil?
Existem fatores técnicos e macroeconômicos claros que sustentam a tese de que o Bitcoin deve subir para US$ 120 mil nos próximos meses. Entre eles, destacam-se:
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Alívio na pressão comercial: A retirada das tarifas reduz tensões econômicas globais.
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Aumento da liquidez: Menos barreiras comerciais significam mais circulação de capital.
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Demanda institucional crescente: ETFs, fundos e empresas continuam acumulando BTC.
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Oferta limitada: O halving recente reduziu a emissão diária de Bitcoins.
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Crescimento das stablecoins: Impulsiona a utilização do ecossistema cripto.
Traders estão otimistas: “Velas verdes chegando”
O sentimento nas redes sociais cripto é de otimismo. A analista Bitcoin Ranchy perguntou no X (antigo Twitter):
"As tarifas de Trump são ilegais? Então teremos velas verdes amanhã?"
Esse tipo de comentário reflete a expectativa de uma valorização consistente do BTC nos próximos dias.
A influência de Donald Trump nas criptomoedas
Além das tarifas comerciais, Donald Trump tem uma relação direta com o mercado cripto. Ele já lançou coleções de NFTs, está associado a memecoins como o Official Trump e Melania, e também participa de projetos no setor de finanças descentralizadas (DeFi).
Essa proximidade com o setor levanta discussões sobre possíveis conflitos de interesse, especialmente considerando seu envolvimento direto em decisões que impactam o mercado.
Bitcoin deve subir para US$ 120 mil — Confira o que esperar
Em resumo, a decisão do Tribunal de Comércio dos EUA foi um divisor de águas. O mercado cripto reage de forma extremamente positiva, e todos os sinais apontam para que o Bitcoin suba para US$ 120 mil muito em breve.
Para os investidores, este pode ser um dos momentos mais relevantes do ciclo atual. A combinação de fundamentos fortes, alívio macroeconômico e interesse institucional cria o ambiente perfeito para novas máximas históricas.
Conclusão
O caminho até os US$ 120 mil para o Bitcoin parece cada vez mais claro. A decisão judicial contra as tarifas impostas por Trump não só impacta a geopolítica, mas também redefine o cenário econômico global, favorecendo ativos de risco como o BTC.
Se as projeções se confirmarem, o mercado poderá testemunhar não apenas uma nova máxima histórica, mas também a consolidação definitiva do Bitcoin como reserva de valor global.
